terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Momento de Reflexão

Acredito que o mundo hoje está em grandes dificuldades e sofre muito porque existe pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para as nossas crianças, não temos tempo para nos apreciarmos e nos darmos aos outros.
O amor começa em casa. Hoje andamos demasiado acelerados, ansiosos por grandes desenvolvimentos, grandes riquezas. O ter antecipa-se ao ser. Assim, os pais não tem tempo para as crianças e estas crescidas não têm tempo para os seus pais. Sim, falta tempo para se darem uns aos outros...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Harry Potter

Dos livros de aventuras, esta colectânea foi de longe a que mais me manteve aprisionada até à última linha, até à última palavra escrita pela escritora J. K. Rowling.

Harry Potter e a Pedra Filosofal, foi escrito em 1997, um livro para crianças, contudo, os maiores também ficaram rendidos. Não sei se era o propósito da escritora, mas os livros seguintes no total 7, deixaram de ser para crianças e a trama torna-se muito mais complexa e perigosa e os livros ganharam grande popularidade em todo mundo e deram origem a filmes, videojogos e muitos outros itens.
Grande parte da narrativa passa-se na Escola de Magia de Hogwarts, e foca os conflitos entre Harry Potter e o feiticeiro das trevas Lord Voldmort. Ao mesmo tempo, os livros exploram temas como amizade, ambição, escolha, preconceito, coragem, crescimento, responsabilidade moral e as complexidades da vida e da morte, e acontecem num mundo mágico com as suas próprias histórias, habitantes, cultura e sociedades.
Os sete livros deram origem a oito filmes, com o último, Harry Potter e as Relíquias da Morte, sendo dividido em duas partes. Recomendo! Para saber mais clique aqui

Se é fã como eu, pode divertir-se um pouco explorando o web site oficial aqui: inscreva-se na escola de Hogwarts, compre a sua varinha e muito mais...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Momento de reflexão

A tua irritação não solucionará problema algum.
As tuas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os teus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo consegue realizar.
O teu mau humor não modifica a vida.
A tua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A tua tristeza não iluminará caminhos.
O teu desânimo não edificará ninguém.
As tuas lágrimas não substituem o suor que deverás verter em benefício da tua própria felicidade.
As tuas reclamações, ainda que justas, não acrescentarão nos outros uma só grama de simpatia por ti.

Não estragues o teu dia... Aprende com os sábios a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o bem.

Celebrar o amor

O amor pode assumir muitas formas: amor pela família, amor pelos filhos, amor pelos amigos.
Até o amor pela beleza e pela música são expressões do nosso amor.
O verdadeiro amor é como um fogo, arde com uma paixão por aquilo que é bom.
O verdadeiro amor é como a luz, quanto mais escura a noite, mais intensamente ela brilha.
O verdadeiro amor torna-se mais forte quando confrontado com a adversidade e não é enfraquecido por ela. Nunca a passagem dos anos consegue diminuir-lhe o brilho.
No entanto, na azáfama diária da vida, os nossos espíritos podem afastar-se dele. Mas basta um momento para recordar que o verdadeiro amor não desaparece... um amor forte e intacto é um só.
(adaptado do livro almas gémeas de Alan e Irene Brogan)

Almas Gémeas

Algumas pessoas estão destinadas a ficar juntas... O amor encontra o seu caminho... 
Uma excelente leitura, uma história verídica com muito sofrimento e esperança no encontro do amor e da felicidade.

"Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus.
Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas - frequentemente difíceis, sempre solitárias - sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro… Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los.
Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos."

Alan e Irene Brogan casaram em 2007. Alan trabalha em gestão e Irene é uma feliz e orgulhosa mãe, avó e dona de casa. Residem actualmente em Sunderland, em Inglaterra.
Podem conhecê-los e saber mais sobre eles aqui 

domingo, 2 de janeiro de 2011

Feliz 2011

Todos os anos na passagem de ano brindamos, há fogo de artifício, beijos e abraços distribuídos, e na verdade sempre segui o ritual apesar de me perguntar o que é que realmente estávamos a comemorar!
Nos dias de hoje, com a crise instalada, pergunto-me mesmo, o que é que estamos a comemorar?!? O aumento dos impostos? a descida dos salários? o apertar ainda mais do cinto?
Estas crises ainda assim, até que são boas, pois levam-nos a re-pensar as prioridades e os valores: o valor da vida, da família, do Ser Humano... talvez por isso, quem sabe este ano possa realmente vir a ser Feliz para muitos de nós...

Fica um texto com bons conselhos de Aura Miguel: "Aproveitar a crise" aqui

Aura Miguel, RR on-line 31-12-2010 8:30

Sabem qual é o nosso problema? É que não gostamos de sacrifícios. Achamos que a vida só é boa quando não há contrariedades, quando nos distraímos, quando rimos com os amigos ou fazemos aquilo que nos apetece. Mas que grande ilusão!...
Bem sabemos que não é assim, que não existe esperança, nem beleza, nem bondade, nem justiça, nem amor, nem relações verdadeiras sem sacrifício. 


Assim, a terminar este ano, desejo, a todos, um óptimo 2011 sem ilusões. Um ano cheio de vida verdadeira, leal, fecunda, sincera. E, portanto, com sacrifícios. Por isso, provavelmente, a crise vai fazer-nos bem, porque terá o mérito de nos reconduzir às coisas verdadeiramente importantes da vida. 
Se assim for, podemos vir a ser melhores pessoas e, até mesmo, finalmente, vir a mudar Portugal.

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