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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Dieta Detox


A dieta detox é uma dieta desintoxicante e o tempo da dieta depende do objetivo, se é apenas para limpar o organismo e repor os benefícios naturais assim como deixá-lo mais saudável, ou para emagrecer fácil e de uma forma eficaz e dessa maneira manter a boa forma.
Os ingredientes presentes nos Sumos Detox podem variar de acordo com seu gosto e com os objetivos que pretende alcançar (ou até mesmo com a oferta disponível no frigorifico/fruteira). 

Prepara-se o sumo num liquidificador adicionando frutas, folhas verdes e para determinadas funções (anti-inflamatório, intestinal, drenante, revigorante...), adiciona-se geralmente condimentos, especiarias, ervas aromáticas e sementes.

Comecei por fazer a "dieta detox" por dois dias, mas sem retirar completamente os alimentos sólidos, mas acabei por introduzir nos meus pequenos almoços, um sumo detox, uma vez que, esta introdução permitiu um equilíbrio intestinal que há já muitos anos não era sentido. Acabei também por perder 2 kg e ficar menos inchada na zona abdominal.



Sumo detox para o aparelho digestivo


1 folha de couve picada
1 folha de alface
250 ml de água de coco
1 chávena de sumo de uva
água até perfazer 1 litro

Ralar a couve e a alface com a água de coco, coar.
Misturar a chávena de sumo de uva. 




2 cebolas vermelhas picadas 
2 talos de aipo picados
2 folhas de couve chinesa picadas
raminhos de bróculos 
1 cl de chá de erva doce
2 cl de chá de cominhos
2 cl de chá de sal
pimenta
1 chávena de cogumelos shitake fatiados
4 dentes de alho picados
1/2 couve roxa picada
2 quartos de água
2 cl de chá de paprika
2 cl de sopa salsa picada e salsa picada para polvilhar a sopa
1 cl de sopa de farinha de milho

Cozer tudo sem ralar.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

A janela


Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto do hospital. Um deles podia sentar-se na cama durante uma hora todas as tardes, para drenar o líquido dos pulmões. A sua cama estava junto da única janela do quarto. Já o outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio.
Falavam das suas mulheres e famílias, das suas casas, dos seus empregos, onde tinham passado as férias... 

E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava, ele passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que ele conseguia ver do lado de fora da janela.

O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.

"A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma ténue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte."

Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia a passar. Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, ele conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Passaram-se dias e semanas, contudo, uma manhã, a enfermeira chegou ao quarto e encontrou o corpo sem vida do homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia. Muito triste chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca. Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira deixou o quarto.
Lentamente e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou a enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede.
"Talvez ele quisesse apenas dar-lhe coragem."

Apesar dos nossos próprios problemas, há uma felicidade tremenda em fazer os outros felizes.


Revista Cruzada Abril 2012
www.apostoladodaoracao.pt

terça-feira, 15 de maio de 2012

A beleza da virtude da temperança


«Oxalá tudo aquilo que eu tocasse se transformasse em ouro» ― desejou ardentemente um rei mitológico. E o “maravilhoso” dom foi-lhe concedido pelo génio. Porém, a vida não correu como o velho monarca tinha sonhado. Tudo o que tocava se convertia em ouro ― também a comida e a bebida que, desesperadamente, tentava engolir. Assustado, tomou nos braços a sua pequena filha e ela transformou-se numa estátua dourada. Os seus empregados fugiam dele a sete pés com medo de terem a mesma “sorte”.
Era o homem mais rico do mundo... e o mais desgraçado. «Que infeliz sou! Por amor ao ouro, perdi tudo aquilo que na minha vida tinha mais valor». Ao ouvir isto, o génio apiedou-se do “pobre” Midas e mandou-o submergir-se nas águas do rio para purificar-se do malefício. E tudo voltou à normalidade. A partir de então, o rei nunca mais se deixou “cegar” pelo afã de riquezas: tinha aprendido que na vida havia coisas com mais valor.
Esta velha história sempre se interpretou como um convite a viver a virtude da temperança. Só aquele que vive com uma certa exigência pessoal ― sem se deixar escravizar pelos desejos de possuir e acumular muitas coisas ― aprende a usar correctamente aquilo de que necessita e é capaz de alcançar uma felicidade verdadeira nesta vida. Sendo isto tão óbvio, porque é que a temperança é vista por muita gente como algo negativo? Fundamentalmente, porque exige esforço. E o esforço é, para muitos, o inimigo número um da felicidade.
Não é possível vivermos de um modo temperado se não estivermos dispostos a dizer que não a algumas das nossas tendências. A beleza da virtude da temperança só se pode compreender quando percebemos que vale a pena. Ela não é uma simples negação daquilo que nos atrai. Vê-la desse modo seria um reducionismo! A temperança põe ordem na sensibilidade e na afectividade, nos gostos e nos desejos. No fundo, nas tendências mais íntimas que cada um de nós possui. E possuir ordem nessas tendências é o único caminho para sermos felizes de verdade.
Como qualquer virtude, a temperança é, antes de mais nada, uma afirmação do bem e, só como consequência, uma negação a deixar-se arrastar pelo mal. Convém recordar que o mal não estava no ouro, mas no coração desordenado do rei Midas. Necessitamos das nossas tendências, mas elas não podem ter sempre a última palavra no nosso actuar. Porquê? Porque, como reconheceu o rei mitológico, há coisas na nossa vida que possuem mais valor.
Um cristão, que vive na graça de Deus, sabe que leva um tesouro no seu coração. A consciência desse tesouro ― no qual encontra verdade, felicidade e sentido para a vida ― leva-o a viver com delicadeza a virtude da temperança.
Pe. Rodrigo Lynce de Faria

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Momento de Reflexão

Alexandra Burke - Hallelujah

Quatro coisas na vida que não se recuperam:
a pedra, depois de atirada
a palavra, depois de proferida
a ocasião, depois de perdida
o tempo, depois de passado.


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Qual é...


O dia mais belo? Hoje...
A coisa mais fácil? Equivocar-se...
O maior obstáculo? Medo...
O maior erro? Abandonar-se...
A raiz de todos os males? Egoísmo...
A distração mais bela? Trabalho...
A pior derrota? Desalento...
Os maiores professores? Crianças...
A primeira necessidade? Comunicar-se...
O mais feliz a fazer-se? Ser útil aos demais...
O maior mistério? A morte.
O pior defeito? O mau humor...
A pessoa mais perigosa? A mentirosa.
O pior sentimento? O rancor...
O presente mais belo? O perdão.
O mais imprescindível? Orar...
O caminho mais rápido? O correcto...
A sensação mais grata? A paz interior.
A expressão mais eficaz? O sorriso...
O melhor remédio? O optimismo...
A maior satisfação? O dever cumprido...
A força mais potente do universo? A fé.
As pessoas mais necessárias? Os pais...
A coisa mais bela de todas? O amor.

                                                           Madre Teresa de Calcutá

sábado, 22 de outubro de 2011

Taizé

Três vezes por dia, tudo pára na colina de Taizé: o trabalho, os estudos bíblicos, os intercâmbios. Os sinos chamam à igreja para rezar. Centenas, por vezes milhares de jovens de países muito diversos através do mundo, rezam e cantam com os irmãos da Comunidade. A Bíblia é lida em várias línguas. No centro de cada oração comunitária, um longo tempo de silêncio é um momento único de encontro com Deus.



Taizé é uma pequena Aldeia da Borgonha a 100km a Norte de Lyon, em França.
Em Taizé existe uma comunidade monástica constituida, pela primeira vez desde a Reforma, por irmãos originários de diferentes igrejas cristãs, católicos e reformados.

O fundador, irmão Roger, com 25 anos de idade, deixou o seu país de origem, a Suíça, para ir viver em França, país de sua mãe. Quando era mais novo, tinha estado imobilizado durante vários anos devido a uma tuberculose pulmonar. Durante esta longa doença, tinha amadurecido em si o chamamento para criar uma comunidade. Fixou-se em Taizé durante a segunda guerra mundial onde passou a acolher refugiados fugidos da guerra e foi assim que tudo começou em 1940.

«Penso que, desde a minha juventude, nunca perdi a intuição de que uma vida em comunidade pode ser um sinal de que Deus é amor; só amor. Pouco a pouco crescia em mim a convicção de que era essencial criar uma comunidade de homens decididos a dar toda a sua vida, e que procurassem sempre compreender-se mutuamente e reconciliar-se: uma comunidade onde a bondade do coração e a simplicidade estivessem no centro de tudo.»
Irmão Roger



Próximo Encontro Europeu é em Berlim de 28 de Dezembro de 2011 a 1 de Janeiro de 2012.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Momento de Reflexão


Original do site Magnatune



'Se um dia tiveres que escolher entre o mundo e o amor lembra-te: se escolheres o mundo ficarás sem o amor, mas se escolheres o amor, com ele conquistarás o mundo.'
Albert Einsten


O único que convence

Conta-se de um jovem que gostava muito de passear à beira mar. Certo dia, encontrou-se com um ancião que fazia um movimento repetitivo que lhe chamou à atenção. Abaixava-se, apanhava algo da areia e lançava-o ao mar. Fazia a mesma coisa várias vezes. Quando o jovem se aproximou, viu que aquilo que ele apanhava com tanto cuidado eram estrelas-do-mar.
O jovem tomou a iniciativa do diálogo: «Posso perguntar-lhe porque está a fazer isso?». O idoso respondeu: «Claro que sim. Estou a devolver estas estrelas marinhas ao oceano. A maré está baixa e elas ficaram aqui na margem. Se não as ajudo, elas morrerão». Gerou-se um momento de silêncio. Então o jovem voltou a falar: «Entendo a sua explicação. Mas não se dá conta de que são centenas as estrelas-do-mar desta praia? E que isto acontece em dezenas de praias ao longo da nossa costa? Não estará a fazer algo sem sentido?».
O ancião sorriu. Inclinou-se sem pressa, apanhou uma estrela marinha e enquanto a lançava ao mar, com uma cara de felicidade, respondeu ao jovem: «Para esta estrela, o que eu acabo de fazer está cheio de sentido».
Quantas vezes sofremos ao ver tantas pessoas necessitadas de ajuda. Sentimo-nos incapazes de socorrer a todos. Pensamos que a realidade não deveria ser assim. Revoltamo-nos com as estatísticas desanimadoras em relação ao futuro. E, no meio de tudo isto, achamos quixotesco ajudar aquele que temos ao nosso lado.
Pensamos que isso não resolverá nada. É verdade que não resolverá tudo. Mas é falso que não resolverá nada. É falso que não tenhamos capacidade para ajudar ninguém. Essa ideia só ajuda a nossa tendência para o conformismo e o comodismo.
Hoje em dia, o amor é a única realidade aceite pelas pessoas. Estão fartas de ideologias que prometeram a felicidade e geraram um enorme sofrimento. Não acreditam em nada. Têm medo. Medo do terrorismo. Medo da violência. Medo das guerras.
O Papa Bento XVI diz-nos que o único modo de tornar Deus presente neste mundo é viver a caridade. “Quem vê a caridade, vê a Trindade” repete-nos com uma frase de Santo Agostinho. A fé mostra-nos que Deus é Amor. Viver de acordo com esta verdade é o único modo de fazer entrar a luz de Deus neste mundo. E só essa luz pode fazer derreter o medo que tanto paralisa.
Surpreender os outros. O que melhor comunica a mensagem cristã não são as palavras, mas as obras. A actividade da Igreja é a manifestação de um Amor que é o único que convence. Por isso, pensemos que as pessoas com quem nos encontramos todos os dias podem perceber que temos pouco tempo, mas ninguém pode perceber que não temos coração. Porque quem caminha para Deus nunca se afasta dos outros.
Pe. Rodrigo Lynce de Faria

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Momento de Reflexão

Acredito que o mundo hoje está em grandes dificuldades e sofre muito porque existe pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para as nossas crianças, não temos tempo para nos apreciarmos e nos darmos aos outros.
O amor começa em casa. Hoje andamos demasiado acelerados, ansiosos por grandes desenvolvimentos, grandes riquezas. O ter antecipa-se ao ser. Assim, os pais não tem tempo para as crianças e estas crescidas não têm tempo para os seus pais. Sim, falta tempo para se darem uns aos outros...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Momento de reflexão

A tua irritação não solucionará problema algum.
As tuas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os teus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo consegue realizar.
O teu mau humor não modifica a vida.
A tua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A tua tristeza não iluminará caminhos.
O teu desânimo não edificará ninguém.
As tuas lágrimas não substituem o suor que deverás verter em benefício da tua própria felicidade.
As tuas reclamações, ainda que justas, não acrescentarão nos outros uma só grama de simpatia por ti.

Não estragues o teu dia... Aprende com os sábios a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o bem.

Celebrar o amor

O amor pode assumir muitas formas: amor pela família, amor pelos filhos, amor pelos amigos.
Até o amor pela beleza e pela música são expressões do nosso amor.
O verdadeiro amor é como um fogo, arde com uma paixão por aquilo que é bom.
O verdadeiro amor é como a luz, quanto mais escura a noite, mais intensamente ela brilha.
O verdadeiro amor torna-se mais forte quando confrontado com a adversidade e não é enfraquecido por ela. Nunca a passagem dos anos consegue diminuir-lhe o brilho.
No entanto, na azáfama diária da vida, os nossos espíritos podem afastar-se dele. Mas basta um momento para recordar que o verdadeiro amor não desaparece... um amor forte e intacto é um só.
(adaptado do livro almas gémeas de Alan e Irene Brogan)

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