quarta-feira, 23 de março de 2011
Cogumelos e Beringelas recheados
Passo 1: Ingredientes
2 Beringelas
12 cogumelos brancos pequenos
1 dente de alho
1 cebola
100 gr de carne picada
polpa de tomate q.b.
pimento verde q.b.
sal q.b.
Passo 2: Preparação das beringelas
Lave bem as beringelas e corte-as a meio. Retirar a polpa da beringela sem danificar casca e reservar.
Polvilhe o interior da beringela com sal fino e reserve.
Passo 3: Preparação do recheio
Pique a cebola e o alho e leve um tacho ao lume com o azeite e refogue-o. Entretanto, corte em pequenos pedaços a polpa da beringela, o pimento e os pés dos cogumelos e junte-os depois ao refogado bem como a carne picada e a polpa de tomate. Tempere ao seu gosto e deixe cozinhar em lume brando até a carne estar macia (cerca de 10 minutos).
Recheie então as beringelas e os cogumelos com este preparado e cubra depois com o queijo ralado ou pão ralado.
Coloque as beringelas e os cogumelos recheadas num tabuleiro anti-aderente e leve a forno quente 200ºC durante 30 a 40 minutos até o queijo ou o pão ralado ficar estaladiço.
Pode acompanhar com arroz branco, batata cozida, salada ou legumes.
É mais elaborado mas muito fácil de preparar e o aspecto e sabor final são deliciosos :)
sábado, 5 de março de 2011
Bacalhau no forno com broa de milho
Nunca fui fã de bacalhau assado, ou ficava demasiado seco, ou pouco tostado...
Decidi pesquisar um pouco, mas a receita veio-me parar às mãos no tópico "A nossa receita" pelo folheto dos hipermercados modelo, continente. Decidi aproveitar (parte) de uma proposta oferecida pelo chefe Hélio Loureiro, pois parecia-me conter os ingredientes necessários para ser deliciosa. Não me enganei, e bem, também lhe dei o meu toque pessoal.
Passo 1: Ingredientes
4 lombos de bacalhau demolhado
3 cebolas médias
1/2 pimento
2 cenouras
2 tomates
farinha qb
4 dentes de alho
200gr de broa de milho
1 cl de café de colorau
1dl de azeite
Passo 2: Preparação do Bacalhau
Demolhar o bacalhau durante 4 a 5 dias no frigorífico, mudando a água do bacalhau pelo menos uma vez por dia.
Num tabuleiro disponha as cebolas partidas às rodelas, 1 dente de alho, o pimento partido aos palitos, as cenouras às rodelas e o tomate aos cubos. Ligar o forno a 160ºC e colocar o tabuleiro a pré-aquecer.
Passe o bacalhau pela farinha e core-o com azeite bem quente para o selar. Disponha os lombos no tabuleiro e regue-os com o azeite da fritura. Leve ao forno.
Passo 3: Preparação da broa
Numa caçarola esfarele a broa de milho, junte o colorau, os restantes alhos picados, 0,5 dl de azeite e misture. Cubra o bacalhau com a broa e volte a levar ao forno até a broa ficar estaladiça.
Passo 4: Acompanhamentos
Eu como sou apologista de uma alimentação saudável, recomendo como acompanhamentos:
Grelos com cenouras bebé cozidas salpicadas com alho e azeite.
Puré de batata, que para ficar mais apetitoso pode ir ao forno até a parte superior ficar estaladiça.
Bom apetite...
Decidi pesquisar um pouco, mas a receita veio-me parar às mãos no tópico "A nossa receita" pelo folheto dos hipermercados modelo, continente. Decidi aproveitar (parte) de uma proposta oferecida pelo chefe Hélio Loureiro, pois parecia-me conter os ingredientes necessários para ser deliciosa. Não me enganei, e bem, também lhe dei o meu toque pessoal.
Passo 1: Ingredientes
4 lombos de bacalhau demolhado
3 cebolas médias
1/2 pimento
2 cenouras
2 tomates
farinha qb
4 dentes de alho
200gr de broa de milho
1 cl de café de colorau
1dl de azeite
Passo 2: Preparação do Bacalhau
Demolhar o bacalhau durante 4 a 5 dias no frigorífico, mudando a água do bacalhau pelo menos uma vez por dia.
Num tabuleiro disponha as cebolas partidas às rodelas, 1 dente de alho, o pimento partido aos palitos, as cenouras às rodelas e o tomate aos cubos. Ligar o forno a 160ºC e colocar o tabuleiro a pré-aquecer.
Passe o bacalhau pela farinha e core-o com azeite bem quente para o selar. Disponha os lombos no tabuleiro e regue-os com o azeite da fritura. Leve ao forno.
Passo 3: Preparação da broa
Numa caçarola esfarele a broa de milho, junte o colorau, os restantes alhos picados, 0,5 dl de azeite e misture. Cubra o bacalhau com a broa e volte a levar ao forno até a broa ficar estaladiça.
Passo 4: Acompanhamentos
Eu como sou apologista de uma alimentação saudável, recomendo como acompanhamentos:
Grelos com cenouras bebé cozidas salpicadas com alho e azeite.
Puré de batata, que para ficar mais apetitoso pode ir ao forno até a parte superior ficar estaladiça.
Bom apetite...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Portugal
CAPITAL: Lisboa
ÁREA: 91.985 km²
ÁREA: 91.985 km²
POPULAÇÃO: 10,9 milhões
MOEDA: (Antiga) Escudo (Atual) Euro
NACIONALIDADE: portuguesa
RELIGIÃO: Predominantemente católico
O território português é delimitado a Norte e a Leste por Espanha e a Sul e Oeste pelo Oceano Atlântico, e compreende a parte continental e as regiões autónomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
O território correspondente ao actual Portugal foi continuamente ocupado desde a Pré-História. Em 29 a.C. era habitado por vários povos, como os Lusitanos, quando foi integrado no Império Romano como a província da Lusitânia e parte da Galécia, influenciando fortemente a cultura, nomeadamente a língua portuguesa, na maior parte originada no latim. Após a queda do Império Romano, estabeleceram-se aí povos germânicos como os Visigodos e os Suevos, e no século VIII seria ocupado por árabes.
Durante a reconquista cristã foi formado o Condado Portucalense, primeiro como parte do Reino da Galiza e depois integrado no Reino de Leão. Com o estabelecimento do Reino de Portugal em 1139, cuja independência foi reconhecida em 1143, e a estabilização das fronteiras em 1249, Portugal reclama o título de mais antigo estado-nação europeu.
Durante os séculos XV e XVI, os portugueses foram pioneiros na exploração marítima, estabelecendo o primeiro império colonial de amplitude global, com possessões em África, na Ásia e na América do Sul, tornando-se uma potência mundial económica, política e militar. Em 1580, após uma crise de sucessão, foi unido a Espanha na chamada União Ibérica que duraria até 1640, sendo reconhecida a restauração de Portugal. Para saber mais clique aqui
via wikipedia
Para os mais jovens, se quiserem aprender mais sobre a história de Portugal e divertirem-se podem explorar o website ribatejo aqui.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Momento de Reflexão
Acredito que o mundo hoje está em grandes dificuldades e sofre muito porque existe pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para as nossas crianças, não temos tempo para nos apreciarmos e nos darmos aos outros.
O amor começa em casa. Hoje andamos demasiado acelerados, ansiosos por grandes desenvolvimentos, grandes riquezas. O ter antecipa-se ao ser. Assim, os pais não tem tempo para as crianças e estas crescidas não têm tempo para os seus pais. Sim, falta tempo para se darem uns aos outros...
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Harry Potter
Dos livros de aventuras, esta colectânea foi de longe a que mais me manteve aprisionada até à última linha, até à última palavra escrita pela escritora J. K. Rowling.
Harry Potter e a Pedra Filosofal, foi escrito em 1997, um livro para crianças, contudo, os maiores também ficaram rendidos. Não sei se era o propósito da escritora, mas os livros seguintes no total 7, deixaram de ser para crianças e a trama torna-se muito mais complexa e perigosa e os livros ganharam grande popularidade em todo mundo e deram origem a filmes, videojogos e muitos outros itens.
Grande parte da narrativa passa-se na Escola de Magia de Hogwarts, e foca os conflitos entre Harry Potter e o feiticeiro das trevas Lord Voldmort. Ao mesmo tempo, os livros exploram temas como amizade, ambição, escolha, preconceito, coragem, crescimento, responsabilidade moral e as complexidades da vida e da morte, e acontecem num mundo mágico com as suas próprias histórias, habitantes, cultura e sociedades.
Os sete livros deram origem a oito filmes, com o último, Harry Potter e as Relíquias da Morte, sendo dividido em duas partes. Recomendo! Para saber mais clique aqui
Se é fã como eu, pode divertir-se um pouco explorando o web site oficial aqui: inscreva-se na escola de Hogwarts, compre a sua varinha e muito mais...
domingo, 23 de janeiro de 2011
Momento de reflexão
A tua irritação não solucionará problema algum.
As tuas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os teus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo consegue realizar.
O teu mau humor não modifica a vida.
A tua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A tua tristeza não iluminará caminhos.
O teu desânimo não edificará ninguém.
As tuas lágrimas não substituem o suor que deverás verter em benefício da tua própria felicidade.
As tuas reclamações, ainda que justas, não acrescentarão nos outros uma só grama de simpatia por ti.
Não estragues o teu dia... Aprende com os sábios a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o bem.
Celebrar o amor
O amor pode assumir muitas formas: amor pela família, amor pelos filhos, amor pelos amigos.
Até o amor pela beleza e pela música são expressões do nosso amor.
O verdadeiro amor é como um fogo, arde com uma paixão por aquilo que é bom.
O verdadeiro amor é como a luz, quanto mais escura a noite, mais intensamente ela brilha.
O verdadeiro amor torna-se mais forte quando confrontado com a adversidade e não é enfraquecido por ela. Nunca a passagem dos anos consegue diminuir-lhe o brilho.
No entanto, na azáfama diária da vida, os nossos espíritos podem afastar-se dele. Mas basta um momento para recordar que o verdadeiro amor não desaparece... um amor forte e intacto é um só.
(adaptado do livro almas gémeas de Alan e Irene Brogan)
Almas Gémeas
Algumas pessoas estão destinadas a ficar juntas... O amor encontra o seu caminho...
Uma excelente leitura, uma história verídica com muito sofrimento e esperança no encontro do amor e da felicidade.
"Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus.
Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas - frequentemente difíceis, sempre solitárias - sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro… Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los.
Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos."
Alan e Irene Brogan casaram em 2007. Alan trabalha em gestão e Irene é uma feliz e orgulhosa mãe, avó e dona de casa. Residem actualmente em Sunderland, em Inglaterra.
Podem conhecê-los e saber mais sobre eles aqui
domingo, 2 de janeiro de 2011
Feliz 2011
Todos os anos na passagem de ano brindamos, há fogo de artifício, beijos e abraços distribuídos, e na verdade sempre segui o ritual apesar de me perguntar o que é que realmente estávamos a comemorar!
Nos dias de hoje, com a crise instalada, pergunto-me mesmo, o que é que estamos a comemorar?!? O aumento dos impostos? a descida dos salários? o apertar ainda mais do cinto?
Estas crises ainda assim, até que são boas, pois levam-nos a re-pensar as prioridades e os valores: o valor da vida, da família, do Ser Humano... talvez por isso, quem sabe este ano possa realmente vir a ser Feliz para muitos de nós...
Fica um texto com bons conselhos de Aura Miguel: "Aproveitar a crise" aqui
Aura Miguel, RR on-line 31-12-2010 8:30
Sabem qual é o nosso problema? É que não gostamos de sacrifícios. Achamos que a vida só é boa quando não há contrariedades, quando nos distraímos, quando rimos com os amigos ou fazemos aquilo que nos apetece. Mas que grande ilusão!...
Bem sabemos que não é assim, que não existe esperança, nem beleza, nem bondade, nem justiça, nem amor, nem relações verdadeiras sem sacrifício.
Assim, a terminar este ano, desejo, a todos, um óptimo 2011 sem ilusões. Um ano cheio de vida verdadeira, leal, fecunda, sincera. E, portanto, com sacrifícios. Por isso, provavelmente, a crise vai fazer-nos bem, porque terá o mérito de nos reconduzir às coisas verdadeiramente importantes da vida.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
DIA DE NATAL*
Diálogo entre o Pai Natal e o Menino Jesus
Foi numa esquina qualquer que se encontraram o Pai Natal e o Menino Jesus. Enquanto aquele se preparava para trepar um prédio, com o seu saco às costas, este último, recém-nascido, descia à terra e oferecia-se inerme, num pobre estandarte, que cobria uma mísera janela.
- Quem és tu, Menino – disse o velho – e que fazes por aqui?! É a primeira vez que te vejo!
- Sou Jesus de Nazaré e ando há vinte séculos à procura de uma casa que me receba e, como há dois mil anos em Belém, não há quem me dê pousada.
- Pois não é de estranhar! Não vês que vens quase nu?! Porque não trazes roupas quentes, como as que eu tenho, para me proteger do frio do inverno?
- O calor com que me aqueço é o fogo do meu amor e o afecto dos que me amam.
- Eu trago muitos presentes, para os distribuir pelas casas das redondezas. E tu, que andas por aqui a fazer?
- Eu sou rico, mas fiz-me pobre, para os pobres enriquecer com a minha pobreza. Eu próprio sou o presente de quem me acolher. Não vim ensinar os homens a ter, mas a ser, porque quanto mais despojada é a vida humana, maior é aos olhos do Criador.
- E de onde vens e como vieste até aqui? Eu venho da Lapónia, lá para as bandas do pólo norte.
- Eu venho do céu, de onde é o meu Pai eterno, e vim ao mundo pelo sim de uma virgem, que me concebeu do Espírito Santo.
- Que coisa estranha! Nunca ouvi falar de ninguém que tenha nascido de uma virgem e assim tenha vindo ao mundo! E não tens nenhum animal que te transporte para tão longa viagem, como eu tenho estas renas?
- Um burrinho foi a minha companhia em Belém, e foi também o meu trono real, na entrada triunfal em Jerusalém.
- Um burro?! Não é grande coisa, para trono de um rei…
- O meu reino não é deste mundo e a sua entrada é tão estreita que os meus cortesãos, para lá entrarem, se têm que fazer pequeninos, porque destes é o meu reino.
- E que coisas ofereces? Que tesouros tens para dar? Que prometes?
- Trago a felicidade, mas escondida na cruz de cada dia; trago o céu, mas oculto no pó da terra; trago a alegria e a paz, mas no reverso das labutas do próprio dever; trago a eternidade, mas no tempo gasto ao serviço dos outros; trago o amor, mas como flor e fruto da entrega sacrificada.
- Pois eu trago as coisas que me pediram: jogos e brinquedos para os miúdos e, para os graúdos, saúde, prazer, riqueza e poder. Mas, por mais que lhes dê, nunca estão satisfeitos!
- A quem me dou, quer-me sempre mais na caridade que tem aos outros, porque é nos outros que eu quero que me amem a mim.
- Mais um enigma! De facto, somos muito diferentes, mas pelo menos numa coisa nos parecemos: ambos estamos sós, nesta noite de consoada!
- Eu nunca estou só, porque onde estou, está sempre o meu Pai e onde eu e o Pai estamos, está também o Amor que nós somos e estão aqueles que me amam.
- Bom, a conversa está demorada e ainda tenho muitas casas para assaltar, pela lareira, como manda a praxe.
- Eu estou à porta e bato e só entrarei na casa de quem liberrimamente me abrir a porta do seu coração e aí cearei e farei a minha morada.
- Pois sim, mas eu vou andando que já estou velho e cansado …
- Eu acabo de nascer e quem, mesmo sendo velho, renascer comigo, será como uma fonte de água viva a jorrar para a vida eterna.
O velho Pai Natal, resmungando, subiu ao telhado do luxuoso prédio, atirou-se pela chaminé abaixo e desapareceu.
Foi então que a janela onde estava o estandarte se abriu e uma pobre velhinha de rosto enrugado, como um antigo pergaminho, beijou o reverso da imagem do Deus Menino, que estremeceu de emoção. A seguir, encostou a vidraça, apagou a luz e, muito de mansinho, adormeceu. Depois, o Menino Jesus, sem a acordar, pegou nela ao colo e, fazendo do seu pendão um tapete mágico, levou-a consigo para o Céu.
P. Gonçalo Portocarrero de Almada
* Os primeiros cristãos chamavam dies natalis, ou seja, natal, ao dia da sua morte, porque entendiam que esse era o dia do seu nascimento para a verdadeira vida.
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