domingo, 24 de julho de 2011

Monsaraz

A minúscula aldeia medieval muralhada de Monsaraz situa-se sobre o rio Guadiana, na fronteira com Espanha.
Reduto da defesa nacional desde a Idade Média, a vila acastelada de Monsaraz ganhou a paz e soube preservar as suas deliciosas habitações de xisto e cal. Construída no alto de um promontório invulgar na planície alentejana, surge no horizonte como um cenário de histórias de encantar.


Um pouco da sua história 
No séc. VIII, Monsaraz cai sob domínio do Islão através das invasões muçulmanas que ocuparam grande parte da Península Ibérica. Passou a designar-se Saris ou Sarish e a pertencer ao reino de Badajoz, um dos maiores e mais importantes focos da cultura árabe.
Cobiçada pela sua posição estratégica, Monsaraz foi conquistada, em 1167 por Geraldo Sem Pavor aos mouros. Após a derrota de D. Afonso Henriques em Badajoz, Monsaraz cai novamente no poder dos árabes, sendo recuperada em 1232, por D. Sancho II, auxiliado por cavaleiros dos Templários. Mais tarde, durante as guerras do século XIV com Castela, sofre um saque dos archeiros do Conde de Cambridge, que supostamente teriam vindo de Inglaterra em auxílio dos portugueses, acabando por cair nas mãos do Rei de Castela, aliado de D. Leonor Teles (1381-1384), até que o Condestável D. Nuno Álvares Pereira a reconquistou, novamente, tornando-se seu alcaide-mor.


Para mais informações clique aqui

quarta-feira, 23 de março de 2011

Cogumelos e Beringelas recheados



Passo 1: Ingredientes

2 Beringelas 

12 cogumelos brancos pequenos
1 dente de alho
1 cebola
100 gr de carne picada
polpa de tomate q.b.
pimento verde q.b.
sal q.b.

Passo 2: Preparação das beringelas

Lave bem as beringelas e corte-as a meio. Retirar a polpa da beringela sem danificar casca e reservar.

Polvilhe o interior da beringela com sal fino e reserve.

Passo 3: Preparação do recheio

Pique a cebola e o alho e leve um tacho ao lume com o azeite e refogue-o. Entretanto, corte em pequenos pedaços a polpa da beringela, o pimento e os pés dos cogumelos e junte-os depois ao refogado bem como a carne picada e a polpa de tomate. 
Tempere ao seu gosto e deixe cozinhar em lume brando até a carne estar macia (cerca de 10 minutos). 
Recheie então as beringelas e os cogumelos com este preparado e cubra depois com o queijo ralado ou pão ralado.
Coloque as beringelas e os cogumelos recheadas num tabuleiro anti-aderente e leve a forno quente 200ºC durante 30 a 40 minutos até o queijo ou o pão ralado ficar estaladiço. 

Pode acompanhar com arroz branco, batata cozida, salada ou legumes.



É mais elaborado mas muito fácil de preparar e o aspecto e sabor final são deliciosos :)

sábado, 5 de março de 2011

Bacalhau no forno com broa de milho

Nunca fui fã de bacalhau assado, ou ficava demasiado seco, ou pouco tostado... 
Decidi pesquisar um pouco, mas a receita veio-me parar às mãos no tópico "A nossa receita" pelo folheto dos hipermercados modelo, continente. Decidi aproveitar (parte) de uma proposta oferecida pelo chefe Hélio Loureiro, pois parecia-me conter os ingredientes necessários para ser deliciosa. Não me enganei, e bem, também lhe dei o meu toque pessoal.




Passo 1: Ingredientes


4 lombos de bacalhau demolhado
3 cebolas médias
1/2 pimento
2 cenouras
2 tomates
farinha qb
4 dentes de alho 
200gr de broa de milho
1 cl de café de colorau
1dl de azeite


Passo 2: Preparação do Bacalhau


Demolhar o bacalhau durante 4 a 5 dias no frigorífico, mudando a água do bacalhau pelo menos uma vez por dia.
Num tabuleiro disponha as cebolas partidas às rodelas, 1 dente de alho, o pimento partido aos palitos, as cenouras às rodelas e o tomate aos cubos. Ligar o forno a 160ºC e colocar o tabuleiro a pré-aquecer.
Passe o bacalhau pela farinha e core-o com azeite bem quente para o selar. Disponha os lombos no tabuleiro e regue-os com o azeite da fritura. Leve ao forno.


Passo 3: Preparação da broa


Numa caçarola esfarele a broa de milho, junte o colorau, os restantes alhos picados, 0,5 dl de azeite e misture. Cubra o bacalhau com a broa e volte a levar ao forno até a broa ficar estaladiça.


Passo 4: Acompanhamentos


Eu como sou apologista de uma alimentação saudável, recomendo como acompanhamentos:
Grelos com cenouras bebé cozidas salpicadas com alho e azeite.
Puré de batata, que para ficar mais apetitoso pode ir ao forno até a parte superior ficar estaladiça.


Bom apetite...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Portugal





NOME OFICIAL:  República Portuguesa
CAPITAL: Lisboa
ÁREA: 91.985 km²
POPULAÇÃO: 10,9 milhões 
MOEDA:  (Antiga) Escudo (Atual) Euro
IDIOMA: português (oficial) 

NACIONALIDADE: portuguesa 
RELIGIÃO:  Predominantemente católico




O território português é delimitado a Norte e a Leste por Espanha e a Sul e Oeste pelo Oceano Atlântico, e compreende a parte continental e as regiões autónomas: os arquipélagos dos Açores e da Madeira.
O território correspondente ao actual Portugal foi continuamente ocupado desde a Pré-História. Em 29 a.C. era habitado por vários povos, como os Lusitanos, quando foi integrado no Império Romano como a província da Lusitânia e parte da Galécia, influenciando fortemente a cultura, nomeadamente a língua portuguesa, na maior parte originada no latim. Após a queda do Império Romano, estabeleceram-se aí povos germânicos como os Visigodos e os Suevos, e no século VIII seria ocupado por árabes.
Durante a reconquista cristã foi formado o Condado Portucalense, primeiro como parte do Reino da Galiza e depois integrado no Reino de Leão. Com o estabelecimento do Reino de Portugal em 1139, cuja independência foi reconhecida em 1143, e a estabilização das fronteiras em 1249, Portugal reclama o título de mais antigo estado-nação europeu.
Durante os séculos XV e XVI, os portugueses foram pioneiros na exploração marítima, estabelecendo o primeiro império colonial de amplitude global, com possessões em África, na Ásia e na América do Sul, tornando-se uma potência mundial económica, política e militar. Em 1580, após uma crise de sucessão, foi unido a Espanha na chamada União Ibérica que duraria até 1640, sendo reconhecida a restauração de Portugal. Para saber mais clique aqui

via wikipedia

Para os mais jovens, se quiserem aprender mais sobre a história de Portugal e divertirem-se podem explorar o website ribatejo aqui

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Momento de Reflexão

Acredito que o mundo hoje está em grandes dificuldades e sofre muito porque existe pouco amor no lar e na vida familiar. Não temos tempo para as nossas crianças, não temos tempo para nos apreciarmos e nos darmos aos outros.
O amor começa em casa. Hoje andamos demasiado acelerados, ansiosos por grandes desenvolvimentos, grandes riquezas. O ter antecipa-se ao ser. Assim, os pais não tem tempo para as crianças e estas crescidas não têm tempo para os seus pais. Sim, falta tempo para se darem uns aos outros...

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Harry Potter

Dos livros de aventuras, esta colectânea foi de longe a que mais me manteve aprisionada até à última linha, até à última palavra escrita pela escritora J. K. Rowling.

Harry Potter e a Pedra Filosofal, foi escrito em 1997, um livro para crianças, contudo, os maiores também ficaram rendidos. Não sei se era o propósito da escritora, mas os livros seguintes no total 7, deixaram de ser para crianças e a trama torna-se muito mais complexa e perigosa e os livros ganharam grande popularidade em todo mundo e deram origem a filmes, videojogos e muitos outros itens.
Grande parte da narrativa passa-se na Escola de Magia de Hogwarts, e foca os conflitos entre Harry Potter e o feiticeiro das trevas Lord Voldmort. Ao mesmo tempo, os livros exploram temas como amizade, ambição, escolha, preconceito, coragem, crescimento, responsabilidade moral e as complexidades da vida e da morte, e acontecem num mundo mágico com as suas próprias histórias, habitantes, cultura e sociedades.
Os sete livros deram origem a oito filmes, com o último, Harry Potter e as Relíquias da Morte, sendo dividido em duas partes. Recomendo! Para saber mais clique aqui

Se é fã como eu, pode divertir-se um pouco explorando o web site oficial aqui: inscreva-se na escola de Hogwarts, compre a sua varinha e muito mais...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Momento de reflexão

A tua irritação não solucionará problema algum.
As tuas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os teus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo consegue realizar.
O teu mau humor não modifica a vida.
A tua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A tua tristeza não iluminará caminhos.
O teu desânimo não edificará ninguém.
As tuas lágrimas não substituem o suor que deverás verter em benefício da tua própria felicidade.
As tuas reclamações, ainda que justas, não acrescentarão nos outros uma só grama de simpatia por ti.

Não estragues o teu dia... Aprende com os sábios a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o bem.

Celebrar o amor

O amor pode assumir muitas formas: amor pela família, amor pelos filhos, amor pelos amigos.
Até o amor pela beleza e pela música são expressões do nosso amor.
O verdadeiro amor é como um fogo, arde com uma paixão por aquilo que é bom.
O verdadeiro amor é como a luz, quanto mais escura a noite, mais intensamente ela brilha.
O verdadeiro amor torna-se mais forte quando confrontado com a adversidade e não é enfraquecido por ela. Nunca a passagem dos anos consegue diminuir-lhe o brilho.
No entanto, na azáfama diária da vida, os nossos espíritos podem afastar-se dele. Mas basta um momento para recordar que o verdadeiro amor não desaparece... um amor forte e intacto é um só.
(adaptado do livro almas gémeas de Alan e Irene Brogan)

Almas Gémeas

Algumas pessoas estão destinadas a ficar juntas... O amor encontra o seu caminho... 
Uma excelente leitura, uma história verídica com muito sofrimento e esperança no encontro do amor e da felicidade.

"Alan e Irene conheceram-se num orfanato, nos anos 50. Ele tinha sete anos, ela tinha nove. Eram ambos sensíveis e solitários. Naquele meio hostil, tornaram-se inseparáveis. Mas a proximidade entre meninos e meninas não era bem vista e, embora se desdobrassem em cuidados e peripécias, o inevitável aconteceu: a inocente amizade foi descoberta. Alan foi levado para outro orfanato sem ter, sequer, direito a um adeus.
Os anos passaram mas o laço entre eles nunca foi quebrado. Nas suas vidas - frequentemente difíceis, sempre solitárias - sabiam faltar algo. Sem saberem, frequentaram durante anos as mesmas lojas, o mesmo bairro… Até que, um dia, quarenta anos depois, Irene e Alan cruzaram-se casualmente na rua. Ambos souberam de imediato que nada nem ninguém voltaria a separá-los.
Relato doloroso de abandono, crueldade e sobrevivência, Almas Gémeas é, acima de tudo, uma história espantosa que confirma uma verdade fundamental: o amor consegue vencer todos os obstáculos."

Alan e Irene Brogan casaram em 2007. Alan trabalha em gestão e Irene é uma feliz e orgulhosa mãe, avó e dona de casa. Residem actualmente em Sunderland, em Inglaterra.
Podem conhecê-los e saber mais sobre eles aqui 

domingo, 2 de janeiro de 2011

Feliz 2011

Todos os anos na passagem de ano brindamos, há fogo de artifício, beijos e abraços distribuídos, e na verdade sempre segui o ritual apesar de me perguntar o que é que realmente estávamos a comemorar!
Nos dias de hoje, com a crise instalada, pergunto-me mesmo, o que é que estamos a comemorar?!? O aumento dos impostos? a descida dos salários? o apertar ainda mais do cinto?
Estas crises ainda assim, até que são boas, pois levam-nos a re-pensar as prioridades e os valores: o valor da vida, da família, do Ser Humano... talvez por isso, quem sabe este ano possa realmente vir a ser Feliz para muitos de nós...

Fica um texto com bons conselhos de Aura Miguel: "Aproveitar a crise" aqui

Aura Miguel, RR on-line 31-12-2010 8:30

Sabem qual é o nosso problema? É que não gostamos de sacrifícios. Achamos que a vida só é boa quando não há contrariedades, quando nos distraímos, quando rimos com os amigos ou fazemos aquilo que nos apetece. Mas que grande ilusão!...
Bem sabemos que não é assim, que não existe esperança, nem beleza, nem bondade, nem justiça, nem amor, nem relações verdadeiras sem sacrifício. 


Assim, a terminar este ano, desejo, a todos, um óptimo 2011 sem ilusões. Um ano cheio de vida verdadeira, leal, fecunda, sincera. E, portanto, com sacrifícios. Por isso, provavelmente, a crise vai fazer-nos bem, porque terá o mérito de nos reconduzir às coisas verdadeiramente importantes da vida. 
Se assim for, podemos vir a ser melhores pessoas e, até mesmo, finalmente, vir a mudar Portugal.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...